Clínica Femina
Conheça o trabalho do médico nefrologista e o suporte que oferece aos pacientes
Por LARISSA FERREIRA / Foto: divulgação
Com o intuito de oferecer suporte, apoio e segurança a seus pacientes, a Clínica Femina está em atividade desde agosto de 1997.
Fruto de um trabalho sério e profissional, aos poucos, as necessidades foram aumentando e a Clínica se expandiu, implantando outras especialidades nas diversas áreas médicas. Atualmente, a Femina abrange: colonoscopia; dermatologia; endocrinologia; endoscopia; ginecologia e obstetrícia; gastroenterologia clínica; hematologia; histeroscopia; laparoscopia ginecológica; mastologia; medicina da família; pediatria; reumatologia; cirurgia geral e cirurgia do aparelho digestivo; e nefrologia, assunto abordado na matéria desta edição, com a doutora Thais Marques Sanches Gentil, que é formada pela Faculdade de Medicina de Marília (Famema), é especialista em nefrologia, pelo IAMSPE (Instituto de Assistência Médica dos Servidores Públicos Estaduais) e possui título de especialista pela Sociedade Brasileira de Nefrologia.
Os cuidados do médico nefrologista, vão desde o consultório às Unidades de Terapia Intensiva. Eles tratam as patologias ambulatoriais (nefrites, infecções urinárias, litíase renal, hipertensão de difícil controle, malformações renais e doenças císticas, insuficiência renal), também oferece suporte aos pacientes graves, minimizando os riscos de insuficiência renal aguda. “Orientamos as equipes clínicas e cirúrgicas ao lidar com as doenças renais, no entanto, muitos pacientes necessitam de terapia renal substitutiva (diálise), e hoje faço parte da equipe do Hospital Augusto de Oliveira Camargo, onde prestamos estes cuidados, e atualmente, temos um bom suporte de hemodiálise’’, conta.
Além dos cuidados intra-hospitalares, o nefrologista dá suporte aos pacientes com insuficiência renal crônica (IRC), hoje 10% da população mundial tem IRC, sendo que acima de 75 anos atinge 50% (datasus), assim o cuidado deste profissional é de extrema importância para postergar que estes pacientes necessitem de hemodiálise ou que consigam ter condições clínicas favoráveis ao tratamento dialítico. Infelizmente, cerca de 70% dos pacientes que fazem diálise descobrem a doença tardiamente. Os pacientes não têm a orientação correta quanto às medidas preventivas da doença. “Existem vários fatores de risco para as lesões renais, hipertensão, diabetes, obesidade, tabagismo, dislipidemia, uso de contraste iodado, anti-inflamatórios e analgésicos, desidratação, infecções de urina de repetição, uso excessivo de sal e falta de ingestão de água, além de outros comprometimentos que afetam o rim, como as cardiopatias e hepatopatias. A prevenção e orientação da população ainda são a melhor forma de reduzir o comprometimento renal”, enfatiza a doutora, que ainda completa “sou muito feliz com a especialidade que escolhi, temos pacientes muito graves, com doenças associadas, mas com cuidado e atenção, conseguimos dar uma melhor qualidade de vida e de tratamento aos nossos doentes”.